#OccupyBrazil #OcupaBrasil

Posted: August 4, 2013 in news
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OCUPA BRASIL (#OcupaBrasil)

Os protestos no Brasil avançam, mesmo com toda a repressão das forças policiais e com todas as mentiras da mídia oficial – que esconde os fatos mais importantes e manipula as informações para desestruturar os movimentos populares. Durante três décadas o Brasil vem sofrendo com uma falsa democracia e com consecutivos escândalos de corrupção em todos os níveis dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

No Rio de Janeiro:

Há mais de uma semana, cerca de 100 manifestantes permanecem acampados em frente à rua onde mora o Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, no Leblon. Eles pedem a imediata saída do Governador, acusado de improbidade administrativa, e sofrem pressão e ameaças da força policial orientada para reprimir todo tipo de protestos legítimos contra o atual governo. Os manifestantes estão acampados na Avenida Delfim Moreira e contam com doações dos moradores do Leblon – que não só apoiam o movimento como pedem que o Governador se mude do bairro, o metro quadrado mais caro do Brasil.

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rioleblonprotestocabraldanielfut6

rioleblonprotestocabraldanielfut7 Manifestantes prometem ficar até que Cabral deixe o governo. Fotos: Daniel Ramalho / Terra.

Na quinta-feira, dia 1 de Agosto, um protesto iniciado na Rocinha pediu explicações ao Governo sobre o pedreiro Amarildo de Souza, levado por policiais para ser interrogado na Unidade de Polícia Pacificadora da Favela da Rocinha há mais de duas semanas e que depois disso nunca mais foi visto. Supõe-se que Amarildo tenha sido assassinado pelos policiais. Os manifestantes seguiram para o Leblon onde se juntaram aos manifestantes do Movimento Ocupa Cabral, acampados em frente à rua onde mora o Governador do Estado.

descerocinhaMoradores da favela da Rocinha atravessam túnel em direção ao Leblon para se juntarem aos manifestantes acampados em frente à rua onde mora o governador do Rio.

3protestorocinhamap8904

3protestorocinhamap8944Com cartazes, manifestantes se reuniram nesta quinta-feira para cobrar explicações sobre o desaparecimento do pedreiro Amarildo. Fotos: Mauro Pimentel / Terra

No vídeo abaixo, mais um exemplo de policial despreparado para o exercício da função. Identificado como M. de Lima, o policial mete a mão na câmera de um fotógrafo e em seguida, provocado por uma das manifestantes, avança contra ela para agredir e lhe dar voz de prisão. Os manifestantes pediam a devolução de material legítimo usado no protesto e que foi apreendido pela polícia com a promessa de ser devolvido logo depois – o que não aconteceu:

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O Governador Sergio Cabral é acusado de inúmeras fraudes em licitações, abusos de poder, superfaturamento nas obras de reforma do estádio do Maracanã e de chefiar a máfia dos transportes públicos no Rio de Janeiro. Entre inúmeros escândalos de corrupção praticados pelo Governador está o caso do terreno em Guaratiba que seria usado para a Missa do Papa Francisco durante a Jornada Mundial da Juventude e que teve o palco destruído pela chuva, pertencente a Jacob Barata, proprietário da maior empresa de ônibus do Estado do RJ. O terreno sofreu obras de melhorias pagas pelo Governo do Estado e terá um condomínio construído no local em nome da especulação imobiliária. Leia mais aqui.

Temendo a onda de protestos que varre o país e principalmente o estado do Rio de Janeiro, em atitude desesperada e arbitrária, o Governador Sergio Cabral assinou o decreto 44302 (apelidado de DOI-CODI carioca por lembrar os decretos dos tempos de ditadura que restringiam os direitos do cidadão), que agride a constituição federal.

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O decreto cria a “Comissão Especial de Investigação de Atos de Vandalismo em Manifestações Públicas” (CEIV), que permite a quebra do sigilo telefônica e de mensagens eletrônicas e obriga as operadoras de telefonia e internet a fornecer informações sobre seus usuários no prazo máximo de 24 horas, sendo que é crime interceptar comunicações telefônicas ou eletrônicas sem autorização judicial. Além disso, os estados não podem regular as telecomunicações. Isso é competência da União. Percebendo a burrice que cometeu ou (o mais provável) orientado por seus acessores, Sergio Cabral postou um vídeo em seu canal no YouTube anunciando a revogação do famigerado decreto. Leia mais aqui e aqui.

Por conta dos protestos, a força policial é orientada a usar de arbitrariedades para reprimir os manifestantes, prendendo, revistando, forjando provas e ameaçando qualquer um que considere em “atitude suspeita”. Vídeos e fotos espalhados pela internet e por redes sociais mostram a prisão de manifestantes injustamente acusados e presos sem qualquer evidência física apresentada pelos policiais no momento de sua prisão, como os recentes casos envolvendo o estudante Bruno Ferreira Telles (falsamente acusado de portar explosivos, conforme material já postado nesse blog e depois veiculado pela mídia oficial quando a farsa armada pela PM do Rio foi revelada através das redes sociais) ou o manifestante Sandro Crispino (que continua detido na penitenciária de segurança máxima Bangu 1 após ser acusado de portar fogos de artifício durante o protesto de quarta-feira) ou o jovem detido neste domingo no Leblon por estar usando uma máscara, segundo flagrante do Midia Ninja. A máscara é utilizada por manifestantes – principalmente pelos integrantes do Movimento Black Bloc, movimento de anarquia que organiza os protestos e cuida da proteção dos demais manifestantes para evitar que sejam atacados pela polícia. Os Black Bloc evitam mostrar o rosto justamente por temerem retaliações da força policial, represálias no trabalho e ameaças de morte.

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Nesse momento, um projeto para a construção de um campo de golfe para ser utilizado durante os Jogos Olímpicos vai destruir uma área de proteção de Mata Atlântica, a reserva ambiental de Marapendi de 58 mil metros quadrados, obra contestada pela população e que irá causar um terrível impacto ambiental. A empresa Elmway Participações alega ser proprietária da área avaliada em 3 bilhões de reais e entrou com uma ação judicial em 2009, mas mesmo com essa questão judicial, o trabalho de limpeza do terreno já começou e parte do parque já começou a ser desmatada. Um protesto popular liderado pelo movimento Golfe Para Quem? está marcado para o dia 5 de Agosto contra a construção do campo de golfe e pedindo que sejam investigadas as acusações de corrupção envolvendo o prefeito do Rio Eduardo Paes em todo o processo.

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golferioprotestoManifestantes protestam contra a destruição da reserva ambiental Marapendi para construção do Campo de Golfe para as Olimpíadas de 2016 e enforcam um boneco simbolizando o Prefeito do Rio Eduardo Paes.

marapendiO deserto em que o Prefeito do Rio Eduardo Paes e seu Secretário do Meio Ambiente Carlos Muniz estão transformando a Reserva Marapendi.

Na última quarta-feira, 31 de julho, manifestantes ocuparam as escadarias da Assembleia Legislativa e outros ocuparam a Câmara Municipal, no centro do Rio de Janeiro. Os protestos eram pacíficos, mas a violência da polícia, que recebeu ordens do vereador Marcelo Piuí (investigado de participar de milícias que promovem extorsões e assassinatos na zona oeste do RJ), transformou o protesto em cenário de guerra com PMs atirando indiscriminadamente bombas de gás lacrimogêneo, spray de pimenta e balas de borracha, além de agredir fisicamente manifestantes e membros da imprensa com cassetetes e armas de choque. Nas fotos, um policial descontrolado e identificado apenas como D-03 (uma estratégia da polícia para evitar a identificação de seus agentes) ataca manifestantes com uma arma taser que dispara choque.

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Veja este vídeo com todos principais momentos da ocupação e a reação violenta de policiais despreparados.

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5Dentro do prédio da Câmara Municipal, a polícia expulsa os manifestantes que ocuparam o prédio com a habitual truculência, mesmo após o Comandante da PM, Tenente Coronel Mauro Andrade, ter garantido que não haveria repressão.

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945956_151593508379467_428466143_nDentro do prédio da Câmara, um exemplo do despreparo da polícia: 1) PM dispara Pistola taser no portão; 2) é dá choque no próprio companheiro.

Sergio Cabral: Inimigo Público Nº 1 do Povo do Rio de Janeiro:

Uma sucessão de desmandos, denúncias de corrupção e abusos de poder cometidos pelo Governo Sergio Cabral levaram  o povo do Estado do Rio de Janeiro a exigir a sua imediata saída.

cabral-graveManifestantes usam o marco da reurbanização da Avenida Delfim Moreira, no Leblon, como o túmulo do Governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral, simbolizando a sua “morte política”. Foto: BlackNinjaRj.

Em junho de 2011, Sergio Cabral mandou reprimir com violência o protesto de membros do Corpo de Bombeiros que ocuparam o quartel geral da corporação no centro do Rio. A tropa de choque invadiu o quartel ocupado usando bombas de gás e spray de pimenta contra os bombeiros acompanhados por suas esposas e filhos que participavam da ocupação. Os bombeiros protestavam por melhores salários e condições de trabalho. Muitos foram presos e expulsos da corporação pois as leis brasileiras proíbem que oficiais de qualquer instituição militar participem de protestos ou manifestações. Leia mais aqui.

Em 2011, um novo escândalo de corrupção veio à tona quando foi descoberta a relação de amizade do Governador do Rio com os empresários Fernando Cavendish, dono da Delta Construções, e Eike Batista, do grupo EBX. O governador usou um jato de Eike para ir à Bahia participar dos festejos de aniversário de Cavendish. Na ocasião, um helicóptero que servia a parentes do político e do empreiteiro caiu, provocando a morte de sete pessoas. Cavendish perdeu a mulher e o enteado. Mariana Noleto, namorada de Marco Antonio, filho do governador, também morreu. A Delta recebeu mais de R$ 1 bilhão em contratos na gestão Cabral e o grupo EBX obteve R$ 79,2 milhões em benefícios fiscais no mesmo período. Leia mais aqui.

Outra medida arbitrária e ditatorial foi a ordem de julho de 2012, dada pelo Governador Sergio Cabral para demolir o Hospital Central do Iaserj e usar a tropa de choque para desocupar o prédio, expulsar os profissionais de saúde que faziam resistência à demolição e remover pacientes internados na UTI sem conhecimento dos familiares e sem a presença da imprensa que foi impedida de chegar próximo ao local. 15 pacientes morreram. Mais de um ano depois, ninguém foi punido. Veja o video:

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ou acompanhe este link aqui.

Em 2013, pouco antes da Copa das Confederações e após a reforma do estádio do Maracanã (ao custo total de mais de um bilhão de reais), foram levantadas mais suspeitas de superfaturamento nas obras (de que para cada 1 real gasto na reforma, pelo menos 2 reais foram para o bolso de políticos e das empreiteiras Andrade Gutierrez e Odebrecht). Em maio, um consórcio encabeçado pelo empresário Eike Batista ganhou a licitação (questionada judicialmente pelo Ministério Público) para administrar o Maracanã por 35 anos. Uma obra que custou mais de um bilhão de reais pagos pelo contribuinte acabou nas mãos do grupo que ofereceu um total de 181 milhões a serem pagos ao Governo, em 33 parcelas anuais de 5,5 milhões de reais cada. Em outras palavras, o preço de venda é infinitamente inferior ao preço de custo, e o consórcio ainda terá um lucro anual estimado em 154 milhões de reais, contra um gasto de 50 milhões. O último episódio de toda a polêmica envolvendo a reforma do Maracanã foi a ordem  dada pelo Governador Sergio Cabral para a desocupação da Aldeia Maracanã, em março. Leia mais aqui.

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AshhO representante indígena Ash Ashaninka é levado preso após a violenta operação de retirada dos ocupantes da Aldeia Maracanã, em março de 2013.

O projeto que previa a demolição do antigo Museu do Índio, do Parque Aquático Julio Delamare, do Estádio Célio de Barros e de uma Escola Municipal para a construção de um complexo esportivo no entorno do estádio do Maracanã sofreu um revés graças à pressão da população. Agora o projeto vai passar por uma reformulação total. Isso tudo depois da ação da polícia militar que usou de truculência para realizar a ordem de desocupação em 22 de março da Aldeia Maracanã, que funcionava como centro cultural indígena no antigo prédio do Museu do Índio. Havia mulheres, crianças e idosos no prédio. Sete manifestantes foram presos e muitos outros foram agredidos covardemente pela polícia. Jornalistas foram feridos e tiveram seu direito à liberdade de imprensa ameaçado. Leia mais aqui.

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Atualizado em 6 de Agosto: Um novo capítulo está sendo adicionado neste momento à novela envolvendo a Aldeia Maracanã. Nesta tarde de segunda-feira, 5 de Agosto, um grupo de 20 indígenas e estudantes ocupou novamente o prédio em ruínas do antigo Museu do Índio após promessa do Governador Sergio Cabral de que o prédio não seria mais demolido e sim transformado em um centro cultural indígena. Um esquadrão do Choque invadiu o prédio e ameaçou usar a força para retirar os ocupantes mas diante da repercussão do caso – que está sendo transmitido ao vivo pela mídia independente Ninja e está mobilizando a opinião pública através das redes sociais – recuou. Após uma assembleia entre os ocupantes e a Secretária de Cultura do Estado, Adriana Rattes, realizada no local e na presença de populares, ficou estabelecido que o antigo Museu do Índio será convertido em um centro cultural indígena, mas que os ocupantes acampados não poderão mais morar no local e terão que se retirar ou serão retirados nas próximas horas. Siga: http://twitcasting.tv/blackninjarj.

aldeiaresisteÍndios recuperam Aldeia Maracanã, depois de terem sido expulsos pelo governo estadual em março. Foto: Fábio Gonçalves.

Na terça-feira, 30 de Julho, o estouro de uma adutora da CEDAE, empresa do Estado responsável pelo fornecimento de água à população, provocou a morte de uma menina de 3 anos, causou ferimentos em 15 pessoas, destruiu dezenas de casas e alagou quase 4 quarteirões na Estrada do Mendanha, em Campo Grande. Ao irem ao local – como manda a cartilha do político que finge se preocupar com a desgraça alheia -, o Governador Sergio Cabral e o Prefeito Eduardo Paes acabaram hostilizados pelos moradores e tiveram que sair do local às pressas. Leia mais aqui.

Recentemente, o Governador do Rio foi questionado sobre o uso exagerado que faz de helicópteros para se deslocar diariamente de sua casa até o Palácio Guanabara (um percurso de apenas 10 quilômetros), ou do Rio até a sua casa em Mangaratiba, onde passa os finais de semana com a mulher, os dois filhos, duas babás e o Juquinha, seu cachorrinho de estimação. O helicóptero, um Agusta AW109 Grand New, foi comprado por 15 milhões de reais após Cabral ter voado em um igualzinho de propriedade de seu amigo Eike Batista. “Já levamos para Mangaratiba cabeleireira, médico, prancha de surfe, amigos dos filhos. Uma babá veio ao Rio pegar uma roupa que a primeira-dama tinha esquecido. Uma empregada veio fazer compras no mercado. É o helicóptero da alegria”, diz um piloto. No mercado, o aluguel de um helicóptero desse tipo custa 9 500 reais a hora. Os gastos de Cabral com o equipamento ficam em cerca de 312 000 reais por mês, ou 3,8 milhões por ano. Tudo isso pago com dinheiro do contribuinte. Leia mais aqui.

helicoptero28 de junho – 11h28: Babás embarcam com os filhos de Cabral e o cachorro Juquinha rumo a Mangaratiba. Foto: Oscar Cabral / Veja.

A Polícia estará usando bombas de gás fora da validade e com 10% a mais de concentração?

Na sexta-feira, dia 1 de agosto, o ator e cantor Fernando da Silva, de 34 anos, o Fernandão, um dos fundadores do Cinema de Guerrilha da Baixada, faleceu após ser internado em um hospital depois de passar mal ao inalar grande quantidade de gás lacrimogêneo e spray de pimenta durante o protesto do dia 20 de junho. De acordo com o prontuário divulgado pelo Hospital Israelita Albert Sabin, onde ficou internado de 25 de junho a 31 de julho, o ator “tinha doença pulmonar prévia, mas apesar do tratamento recebido, a evolução não foi satisfatória”. Ministério Público promete investigar se a morte do ator foi em decorrência do excesso de gás lacrimogêneo inalado por ele. Leia mais aqui. Em um vídeo, publicado no YouTube pouco antes de sua morte, Fernando faz um depoimento emocionado e acredita que vai se recuperar e retornar à sua luta por um Brasil melhor.

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Em Belém, no Pará, a gari Cleonice Vieira de Moraes, de 54 anos, morreu no dia 21 de junho de uma parada cardíaca enquanto trabalhava após ingerir grande quantidade de gás lacrimogêneo durante um protesto. Segundo uma colega de trabalho de Cleonice, “nós estávamos todos conversando lá, estávamos tranquilos. Quando aquele gás que parecia pimenta começou a arder nos olhos da gente, todo mundo passou mal, e foi aí que a Cleonice começou a tossir, tossir, sem conseguir respirar direito e chamaram uma ambulância”. A testemunha pediu para não ser identificada com receio de sofrer represálias no trabalho. Leia mais aqui.

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Há suspeitas de que a PM esteja usando bombas de gás fora da validade e com 10 por cento a mais de concentração, o que pode provocar a morte de indivíduos que sofrem de doenças cardíacas e respiratórias. Bombas de gás lacrimogêneo são estruturas de metal disparadas por armas lançadoras que, após explodir, liberam um gás basicamente composto de 2-clorobenzilideno malononitrilo, o chamado gás CS. Trata-se de uma substância sólida que misturada a solventes toma a forma de aerosol ácido, que em contato com os olhos causam lacrimejamento intenso e queimação. Por se tratar de um gás lacrimogêneo, as reações deveriam parar por aí, mas os efeitos são maiores. O nariz libera coriza, a boca sofre irritação, a vítima baba e sente náuseas; se respirado, o gás provoca tosse e asfixia. Em exposição prolongada, estimada em uma hora, os efeitos podem ser ainda mais graves levando a vítima a desenvolver lesões na córnea ou cegueira, garganta e pulmões podem sofrer queimaduras avançadas e a asfixia pode ser completa. Leia mais aqui.

Em São Paulo:

Seguindo o modelo de ocupação praticado pelos manifestantes do Rio de Janeiro, manifestantes em São Paulo estão acampados em frente ao Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo do Estado, para pedir a imediata saída do Governador Geraldo Alckmin, acusado de enriquecimento ilícito, superfaturamento de obras e de fraudes envolvendo o metrô de SP.

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Os manifestantes estão sendo ameaçados e sofrendo repressões em seu livre direito de manifestação pela força policial que cuida da segurança do Palácio. No vídeo abaixo, a polícia e agentes de segurança do Palácio se recusam a socorrer uma mulher que passa mal após sofrer uma convulsão durante os protestos.

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No vídeo, uma foto-montagem, um policial agride de forma covarde e gratuita uma moça que participava dos protestos:

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Em Belo Horizonte:

Manifestantes ocupam desde quinta-feira a sede da Prefeitura de Belo Horizonte. Alguns estão em protesto fazendo greve de fome há vários dias. O ato de permanência se deu após um ato de recepção aos vereadores que voltavam do recesso e reivindica a convocação da audiência pública obrigatória prevista na lei orgânica no município – onde o prefeito deve comparecer para prestar as contas da gestão da cidade – e a abertura das planilhas das empresas de ônibus. Leia mais aqui. Neste sábado, uma manifestante que fazia greve de fome desmaiou e precisou de atendimento médico:

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Todos podem acompanhar os protestos pelo Brasil através da mídia alternativa, seja através da equipe de repórteres do Mídia Ninja ou de jornalistas independentes que com um Iphone e muita coragem vão às ruas mostrar a verdade que a mídia oficial não quer mostrar: http://www.webrealidade.tk.

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